Sobre o Uso de Andadores por Luiza Deicke

 

Andador certo e errado

Muito tenho ouvido falar sobre andadores infantis em encontros entre amigas mães, e em grupos de discussão de internet, desde que o tema ficou polêmico ao ter sua venda temporariamente proibida em todo o Brasil, com a alegação principal de que os mesmos são responsáveis por centenas de casos de traumatismo e até de morte de crianças.

Como fisioterapeuta e mãe, sempre recriminei o uso dos modelos tradicionais, aqueles com assento em que o bebê fica sentado, pois além de ser um instrumento perigoso (a criança fica solta pela casa, pode chegar perto de um desnível, degrau, fogão, escadas, piscina, bastando um minuto de distração dos pais para ocorrer um acidente), é também desnecessário.

Apesar de os fabricantes apresentarem estes equipamentos como incentivadores para os bebês caminharem, esses produtos podem prejudicar a criança, por não permitirem o apoio correto dos pés no chão levando a inúmeros problemas ortopédicos nas perninhas, e principalmente por não permitir que ela se desenvolva de maneira natural.

Então, quando minha filha começou a ficar em pé sozinha, optei por adquirir a nova versão “andador de empurrar”, que é uma excelente opção de substituição do modelo antigo, pois oferece auxílio mínimo ideal aos primeiros passos da criança, permitindo que ela vivencie todas as etapas do desenvolvimento sem interferências.

Luiza Deicke

Mãe da Isabela de 1 ano e 5 meses.

Fisioterapeuta

Crefito 5 – 73564F

(51) 3055.5330 / 9244.4742 / 9775.2004

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